Rescisão do contrato de Aluguel: Tudo que você precisa saber

O fechamento de um contrato é motivo de comemoração tanto para o corretor quanto para o cliente. No entanto, muitos imprevistos ou fatores que levem a rescisão do contrato de aluguel podem acontecer.

Esse processo envolve muitos detalhes burocráticos, paciência e, muitas vezes, prejuízos com multas para contratos quebrados antes do tempo.

contrato de Aluguel
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Por isso, é de extrema importância entender sobre esse assunto para saber o que deve ser feito nessa situação.

Nesse artigo, trataremos sobre a rescisão de contrato de locação e as coisas mais importantes que você deve saber sobre esse assunto. Continue a leitura e confira!

Cuidados na rescisão do contrato de locação

No momento do fechamento de contrato de locação, o inquilino estabelece um compromisso entre ele, o proprietário e a imobiliária responsável pela transação.

Esses contratos geralmente estabelecem um tempo mínimo de permanência no imóvel, que pode variar de contrato para contrato.

É possível encerrar o contrato assim que o tempo limite for atingido. Nesse caso, os processos são bem mais simples e naturais.

No entanto, é possível também que haja uma quebra desse contrato antes do período mínimo estabelecido. Dessa forma, algumas implicações e multas são integradas ao processo, tornando-o mais complicado e delicado.

Confira a seguir algumas implicações e exigências presentes no trâmite de rescisão do contrato de aluguel:

1. Multa por quebra de contrato

contrato de Aluguel
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Tanto o inquilino quanto o proprietário podem realizar a rescisão do contrato de locação. Quando isso acontece, a parte que solicitou a rescisão geralmente deverá pagar a outra parte um valor pré estabelecido no contrato inicial.

Na situação em que o inquilino resolve deixar o imóvel, ele deverá realizar o pagamento da multa de forma proporcional ao tempo de contrato restante.

Quando o proprietário decide fazer essa rompimento, a multa também é passível de ser cobrada, quando estabelecida previamente no contrato.

No entanto, em casos de contratos com tempo indeterminado, as duas partes podem solicitar a quebra normalmente, sem a aplicação de multa no processo.

2. Cálculo da multa

De acordo com o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), a multa deve ser calculada de modo proporcional aos meses restantes para o fim do contrato.

A forma mais comum da multa ser cobrada, é realizar o pagamento de 3 meses de aluguel.

Exemplo: Imagine um contrato que prevê uma multa de 3 meses de aluguel para rescisão, e o contrato propõe o tempo mínimo para 30 meses. No entanto, o inquilino resolve quebrar o contrato com 20 meses.

Nesse caso, ele deverá pagar 1 mês de aluguel como multa para o proprietário do imóvel.

Motivos que levam a rescisão do contrato de locação

Para o proprietário do imóvel, a rescisão do contrato de aluguel só será possível em duas ocasiões:

  • Uso próprio 

O proprietário poderá rescindir o contrato quando houver necessidade do uso do imóvel por ele para moradia. No entanto, o imóvel em questão deverá ser o único possuído por ele, não havendo outro bem similar.

  • Ato ilegal do inquilino

Outra situação em que o proprietário pode quebrar o contrato antes do tempo determinado, é quando houver algum ato ilegal pela parte do inquilino.

  • Descumprimento das regras por parte do inquilino

Caso o inquilino descumpra alguma regra estabelecida no contrato, a rescisão também será permitida.

Um exemplo para essa questão é no caso do inquilino realizar alguma modificação no imóvel, proibida em acordo prévio.

Já na situação em que o inquilino solicite a rescisão do contrato de aluguel, não há a necessidade de motivo específico para a tomada de decisão.

A unica exigência é que o mesmo pague a multa proporcional estabelecida em contrato.

Há alguma situação em que o inquilino não precise pagar a multa?

Sim!

Caso o inquilino tenha a necessidade de realizar alguma transferência solicitada por seu empregador, decorrente de seu trabalho, para realizar seus serviços outras localidades, a multa não é aplicada a ele.

No entanto, essa comunicação deve ser feita antecipadamente, 30 dias antes da rescisão efetiva.

Além disso, é necessário apresentá-la de forma escrita ao locador, juntamente com os documentos que comprovem a situação exigida para a isenção da multa.

Responsabilidades do corretor

Nesse processo de rescisão do contrato de aluguel, existem algumas responsabilidades que são parte do corretor.

Como intermediário em todo esse processo entre inquilino e proprietário, o corretor deve sempre manter contato com as duas partes.

O profissional precisa garantir no cartório o reconhecimento de firma do contrato de rescisão. Nele devem estar detalhadamente todos os dado como prazos e valore de multa.

Além disso, é preciso conter também o termo de entrega de chaves do imóvel.

Outra responsabilidade do corretor é fornecer o termo de vistoria, com todos os detalhes sobre a situação do imóvel.

Essa vistoria é de extrema importância, pois ela revelará se há fatores no imóvel que posam gerar indenizações por parte do inquilino para reformas ou reparos.

Além disso, é essencial que o profissional tenha em mãos todos os documentos relacionado ao processo de negociação.

Tudo precisa ser acompanhado e conferido nos mínimos detalhes, para que não haja prejuízos relacionados a rescisão.

Prazos

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Quando o proprietário realizar a rescisão do contrato de locação, o inquilino terá um prazo de 30 dias para se organizar e se retirar do imóvel.

No caso da rescisão por parte do inquilino, o proprietário terá o mesmo prazo de 30 dias para a disponibilização do imóvel. Esses prazos são estabelecidos por lei.

Assim como houve compromisso e zelo no fechamento do contrato, é preciso ter também para finalizá-lo. Afinal, mesmo os clientes que decidem por deixar o imóvel por algum motivo podem ser ótimas fontes de indicação para o corretor e a imobiliária envolvidos no processo.

O momento de quebra de um contrato precisa ser cuidadosamente tratado, não deixando nenhum detalhe de lado. Dessa forma, a experiência será rápida e satisfatória para ambos os lados, sem gerar mais algum problema ou prejuízo as partes.

Esses são alguns pontos importantes que você precisa saber sobre a rescisão do contrato de locação e suas implicações.

Esse artigo te ajudou a entender melhor sobre o processo de rescisão do contrato de locação? Então compartilhe-o em suas redes sociais!

Avaliação de imóveis: o que considerar ao definir um valor?

avaliação de imóveis é um processo obrigatório no momento de definir um valor, seja para venda ou para compra.

No entanto, é necessário saber como avaliar da forma mais correta possível. Afinal, a avaliação será crucial para agregar valor ao imóvel, o que é muito importante para conseguir fazer negociações de sucesso.

Avaliação de imóveis
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Sendo assim, preparamos esse artigo com algumas dicas de pontos importantes a serem avaliados no momento de definição de valore de um imóvel. Quer saber mais sobre isso? Continue a leitura e confira!

Avaliação de imóveis

Avaliação de imóveis
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O processo de avaliação de um imóvel é determinante para a definição do valor final do mesmo.

Por isso, é necessário saber quais as características mais importantes para se avaliar nesse momento, e, assim, poder aproveitar o potencial máximo do produto na negociação.

A avaliação de imóveis envolve muitos fatores que agregam ou diminuem o valor final do imóvel.

Desse modo, é possível que surjam muitas dúvidas, tanto da parte do vendedor como do comprador, em relação a como avaliar corretamente e a qual o valor justo a ser cobrado ou pago.

Por isso, essa decisão é feita através de uma perícia sistematizada. Diversas características são consideradas.

No entanto, essas características não são definidas de forma arbitrária por qualquer pessoa, existe um método específico com características definidas a serem ver ficadas e consideradas na avaliação de imóveis.

Características que devem ser avaliadas

1. Localização

Avaliação de imóveis
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A localização é uma das características que mais influenciam o valor final de um imóvel.

Ter uma localização estratégica possibilita um maior valor agregado na negociação. Além disso, uma boa localização torna a venda muito mais fácil.

Confira a seguir alguns pontos relacionados a localização a serem considerados na avaliação de imóveis:

Proximidade de transporte público

Avaliação de imóveis
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Ter locais como metrôs ou estações de ônibus próximos ao imóvel possibilitam um aumento no valor do mesmo.

No entanto, é preciso levar em consideração o tipo de público que é atendido pelo bairro. Em bairros nobres, por exemplo, a preferência é por locais com estacionamento e garagens.

Dessa forma, a valorização por locais de transporte público não é significativa.

Proximidade a comércios e locais de serviços

Compras
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Imóveis localizados próximo a pontos como supermercados, padarias, shoppings, escolas, cinemas, hospitais, bancos, e outros pontos de comércio ou serviço, possibilitam uma grande valorização em seu preço final.

Afinal, morar perto desses locais gera economia no deslocamento até eles, facilitando em muito a vida de quem for se apropriar do imóvel em questão.

Proximidade a parques e locais com acesso a natureza

parques
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Locais como parques, praças e praias também agregam muito valor aos imóveis da região.

Além de garantir a paisagem especial, esses locais são ótimos para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Sendo assim, ter acesso a eles de forma rápida e fácil é uma grande vantagem para o comprador.

Com isso, é possível agregar valor aos imóveis e fechar ótimas negociações.

Problemas com vizinhança ou poluição sonora

Vizinhos
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Um imóvel localizado próximo a locais com grande fluxo e concentração de pessoas e barulhos tende a perder parte do seu valor.

Afinal, essa característica afeta diretamente o bem estar e a tranquilidade das pessoas que desfrutarão do imóvel em questão.

Por isso, se o imóvel tem essas características, é preciso levá-la em consideração na diminuição do valor final.

Criminalidade e violência

Criminalidade e violência
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Outro fator que desvaloriza o imóvel é o alto nível de crimes e violência na região.

Locais com segurança reforçada ganham agregação de valor. Entretanto, locais com índices significativos de crimes e violência fazem com que o preço do imóvel caia consideravelmente.

Infraestrutura

A infraestrutura da região em que o imóvel se encontra também influenciará em seu valor final.

Locais com ruas bem pavimentadas, boa sinalização e bom saneamento básico valorizam o imóvel em questão. Já em locais em que essas características estão comprometidas, o valor do imóvel é puxado para baixo.

2. Acabamento e necessidade de reforma

reforma
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Além de fatores externos, como região em que o imóvel está localizado, os fatores internos também são decisivos no momento de avaliação de imóveis.

Uma propriedade conservada e de alta qualidade posiciona os valores para cima. Já a necessidade de reformas causa um prejuízo no valor no momento de venda.

Por isso, ao realizar uma venda, é preciso esclarecer sempre ao comprador se há e quais são as necessidades de reforma.

Manter a transparência é sempre a melhor forma de gerar clientes satisfeitos e fidelizá-los.

Para isso, é necessário considerar alguns fatores internos no momento da avaliação do imóvel, como:

Pintura externa

Pintura Externa
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A identidade visual do imóvel pode influenciar e muito a definição de seu valor final.

Para famílias que buscam um lar seguro e confortável, não é ideal apresentar propriedades descuidadas ou com paredes pichadas. Por isso, é preciso saber oferecer ao cliente algo que o encante.

Mesmo que ele decida mudar as coisas um pouco depois, o contato inicial é muito importante.

No caso de venda de apartamentos, as decisões relacionadas a identidade visual serão responsabilidade do condomínio. Dessa forma, é possível desconsiderar a necessidade de reformas na decisão do valor final.

Pintura interna

Pintura Interna
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Enquanto a parte de fora é importante para a imagem que o comprador quer passar as pessoas, a parte interior é importante também para o seu conforto e satisfação.

Imóveis bem cuidados e com pintura interna em dia transmitem uma sensação de limpeza, organização e tranquilidade. Dessa forma, agrega muito valor ao imóvel.

Já imóveis com paredes manchadas, rachadas ou descascando, farão com que os preços devam diminuir no momento das negociações.

Acabamentos do imóvel

Acabamento Imóvel
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Muitos compradores deixam de fechar um negócio apenas pela insatisfação com o acabamento. Afinal, trocar pisos e cerâmicas de banheiros e cozinha é algo trabalhoso e com preço elevado.

Por isso, um bom acabamento atrairá mais clientes e deixará o imóvel com uma maior facilidade de venda. Além disso, possibilita uma agregação no valor final.

Já propriedades com acabamento comprometidos perderão valor diante da necessidade de reformas.

Instalações elétricas e hidráulicas do imóvel

Instalações elétricas e hidráulicas
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Os reparos em instalações elétricas e hidráulicas precisam ser feitos com precisão e urgência sempre que necessários.

Ao oferecer uma propriedade ao cliente, ele precisa estar seguro de que não terá surpresas desagradáveis ao longo do tempo, que poderiam ser evitadas através da avaliação.

Imóveis com parte elétrica e hidráulica revisadas também tem maior agregação de valor.

3. Tempo de construção do imóvel

construção do imóvel
Foto: Construção

A idade do imóvel é um dos fatores que influenciam no preço final do mesmo. Para se ter uma noção, imóveis novos chegam a ter uma valorização até 30% maior que um usado.

Além disso, imóveis novos tendem a ser mais modernos em sua estrutura. Dessa forma, propriedades com salão de jogos, academia, área de lazer, piscinas, garagem para mais carros, maior quantidade de tomadas adaptadas aos novos padrões, planta inteligente, acesso para ar-condicionado, entre outras vantagens, elevam o valor do imóvel.

No entanto, imóveis mais antigos também podem ter fatores que o valorizam, como plantas com espaços maiores e mais amplos, design rústico, maior número de cômodos, entre outros.

O ponto negativo de construções mais antigas está no custo de manutenção e reforma, por isso, se a construção é muito antiga, tende a perder um pouco em seu valor de venda.

Parecer técnico e parecer verbal

Parecer técnico e parecer verbal
Foto: Freepik

A avaliação de imóveis deve ser feita através de uma perícia sistematizada. A avaliação do valor de imóveis consta na tabela dos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis, denominada CRECI.

A avaliação escrita é denominada de Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica, e deve ser feita por um corretor credenciado pelo CRECI. Já o parecer verbal também deve ser feito por um corretor credenciado, porém, sem a necessidade de documentos escritos.

No entanto, o parecer técnico escrito é mais preciso e confiável que o parecer verbal. Além disso, os métodos utilizados no parecer técnico são documentados e podem ser revisados pelas partes envolvidas.

Essas são algumas características que devem ser levadas em consideração no momento de avaliação de imóveis para a definição de valores. Se você gostou do artigo e entendeu mais sobre o assunto, compartilhe-o com seus amigos em suas redes sociais!

Vistoria de Imóvel: Dicas do que analisar em um imóvel para alugar

A vistoria de um imóvel é crucial para realizar o processo de locação da propriedade.

Através desse processo, é possível avaliar possíveis reparos necessários, assim como se certificar da condição em que o imóvel será entregue para o inquilino.

Vistoria de Imóvel
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Além disso, em caso de imóveis que já estavam em processo de locação, é essencial para verificar se o inquilino anterior cumpriu com todas as exigências do contrato, e reparou possíveis danos.

Caso o inquilino anterior tenha deixado problemas no imóvel, é possível solicitar indenização para cobrir esses danos.

Por isso, a vistoria de um imóvel é determinante e muito importante na hora de disponibilizar a propriedade.

Sendo assim, falaremos nesse artigo algumas dicas de como realizar a vistoria de um imóvel e quais itens precisam ser considerados nesse processo. Leia e confira!

A importância da vistoria de um imóvel

Vistoria de Imóvel
Foto: Freepik

Antes de alugar um imóvel para algum inquilino, é necessário realizar uma vistoria completa e detalhada sobre a propriedade.

Dessa forma, problemas entre inquilino e e locatário relacionados com a estrutura e o estado do imóvel serão evitados.

Com a vistoria, é possível que se obtenha um histórico e documentos que comprovem o estado inicial da propriedade, com laudos e fotos, antes das chaves serem entregues ao novo ocupante do local.

Sendo assim, qualquer novidade que surgir na devolução do imóvel, como buracos nas paredes, problemas na pintura, danos a algum móvel da casa, entre outros, poderão ser motivo de indenização futuramente e deverão ser corrigidos pelo inquilino.

Através da vistoria de um imóvel, também é possível manter ou abaixar um valor de locação, quando necessário.

De modo geral, a vistoria deve considerar as condições estruturais da propriedade. Além disso, é importante que essa vistoria seja integrada ao contrato de locação, para fins de comprovação e laudo.

A vistoria deve ser feita tanto antes da entrega do imóvel, quando na desocupação do mesmo.

Critérios a serem avaliados

Confira a seguir os itens que devem ser cuidadosamente e detalhadamente avaliados durantes a vistoria de um imóvel:

1. Elétrica

Eletricista
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A parte elétrica deve ser constantemente verificada, e, diante da necessidade de ajustes, os mesmos devem ser feitos o mais rápido possível.

Afinal, panes elétricas podem comprometer a segurança dos inquilinos e a conservação do imóvel.

É necessário vistoriar toda a fiação, assim como tomadas antigas ou adaptadas por ocupantes anteriores.

Além disso, é preciso sanar qualquer problema de fios expostos ou mal contato, assim como tomadas feitas de maneira desadequada.

É importante testas as lâmpadas para conferir se há problemas de curtos, falhas ou algum sinal de rede sobrecarregada.

2. Hidráulica

Na vistoria de um imóvel, é preciso verificar toda a parte hidráulica, buscando por qualquer tipo de problema como, por exemplo, vazamentos.

É necessário procurar por pontos de infiltração nas paredes, como locais em que a pintura esteja mais escura.

Além disso, é importante verificar a presença de umidade em excesso ou mofo nas pinturas.

Assim como conferir canalizações, esgoto, escoamento da água nos banheiros, cozinhas, entre outros cômodos com utilização de água.

3. Pisos e forros

Pisos e forros
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Antes de disponibilizar um imóvel para locação, os pisos e forros devem ser conferidos rigorosamente.

Esses itens costumam ser bem valorizados pelos inquilinos, por isso, para o preço se manter em alta, precisam estar em perfeitas condições.

Na parte de forro, é preciso conferir se há a presença de furos ou rachaduras. Já para os pisos, deve-se verificar se há algum piso solto, buracos ou deformidades que possam causar acidentes.

4. Pinturas e revestimentos

Pintura Externa
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Geralmente imóveis são pintados antes de serem disponibilizados para locação.

Para isso, é preciso verificar se há algum tipo de inconformidade nas pinturas e nos revestimentos, como descascamento, manchas, rachaduras, entre outros.

A pintura também é algo altamente valorizado pelos inquilinos, sendo de grande influência no fechamento de contratos.

Sendo assim, é importante se atentar para pinturas e revestimentos tanto internos quanto externos.

5. Portas e janelas

5. Portas e janelas
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Nesse ponto, é importante conferir a situação do estado de portas e janelas.

A vistoria de um imóvel deve conferir se as portas e janelas estão rangendo, como estão os trincos e as fechaduras, a fixação de parafusos, rasgos de saída de água, regulagem dos fechos, funcionamento de borrachas e outros elementos de vedação das portas e janelas.

Se houver reparos necessários, o proprietário do imóvel terá que corrigi-los.

No entanto, é possível deixar a reforma por conta do inquilino, diminuindo assim o valor de aluguel.

6. Itens de utilização diária

É preciso verificar itens como torneiras, válvulas, pias, chuveiros e outros itens que são de necessidade diária.

Afinal, esses itens costumam se desgastar com o tempo, devido ao manuseio constante.

7. Móveis e objetos integrados ao imóvel

Se houver a presença de móveis ou objetos no imóvel, como armários, estantes ou gabinetes, estes precisam estar prescritos nos laudos e documentos.

Além disso, o estado de conservação também deve ser especificado, para sanar possíveis danos futuros.

Todos os objetos devem ser considerados na vistoria.

Documente a vistoria

Documente a vistoria
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É muito importante documentar todos os dados obtidos na vistoria de um imóvel. Sendo assim, o contador precisa se atentar aos detalhes e fazer com que possam ser comprovados futuramente.

Algumas formas de documentar o laudo, são:

1. Por meio de relatórios

É preciso anotar tudo o que foi vistoriado. Todos os itens presentes no imóvel, assim como o estado de conservação de cada um deles.

Os documentos deverão ser integrados ao contrato e reconhecidos firma em cartório, essa é uma responsabilidade  por parte do corretor.

2. Por meio de fotos

Além de documentar por meio de relatórios, uma parte muito importante na comprovação é fotografar os possíveis danos aparentes.

Manter registro em foto do estado de conservação do imóvel é uma ótima forma de evitar possíveis problemas futuros.

Quem pode solicitar a vistoria?

A vistoria deve ser feita pelo corretor, com objetivo de proteger o imóvel, o proprietário e a imobiliária de problemas futuros.

No entanto, se houver uma omissão pela parte locatária, é possível que o inquilino solicite essa vistoria.

Afinal, ele também não quer lidar com problemas futuros, como danos que já haviam antes de sua ocupação serem associados e cobrados dele.

Esses são os itens principais para verificar no momento de vistoria de um imóvel. Se você gostou do artigo, não deixe de compartilha-lo em suas redes sociais!

O Brasil vive uma bolha imobiliária?

Uma bolha imobiliária pode acarretar sérias consequências econômicas à um país.

Pela dificuldade e pelo nível da crise que essa bolha traz, pode ser muito difícil sair dessa situação.

bolha imobiliária
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Dessa forma, é gerado um efeito dominó nas demais áreas e serviços relacionados ao mercado imobiliário.

Além disso, esse problema gera um caos na economia do país em geral. Podendo até mesmo se estender para outros países, como aconteceu no caso da bolha imobiliária dos Estados Unidos.

Por isso, é muito importante saber identificar as crises e as fases pelas quais o mercado e a economia passa, para saber exatamente como agir em cada uma delas.

Você sabe no que consiste uma bolha imobiliária? E você acredita que o Brasil tem vivido ou corre o risco de passar por esse problema?

Continue e leitura e entenda mais sobre esse assunto tão importante para o mercado de imóveis e para os profissionais desse ramo!

O que é uma bolha imobiliária?

bolha imobiliária
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A bolha imobiliária consiste em um aumento brusco nos preços dos imóveis, decorrente de algum motivo externo como economia do país, questões políticas ou sociais.

Dessa forma, os valores referentes aos imóveis não representam o seu valor real, mas sim um valor muito acima, criando uma supervalorização do mesmo.

E assim como acontece no efeito de uma bolha, é esperado que esse problema venha a estourar após essa valorização. Ocasionando, assim, uma queda brusca dos preços em um período curto de tempo.

Esse aumento e diminuição de preços causa muitas consequências econômicas ao setor e as empresas de investimentos.

Sendo assim, o mercado imobiliário fica totalmente desestabilizado, podendo demorar anos para se estabilizar novamente ao normal e apresentar os valores que existiam no período “pré-bolha“.

No entanto, existem outros fatores que ocasionam na valorização dos preços dos imóveis, que não são definidos necessariamente como bolha.

Sendo assim, é preciso saber identificar os períodos e fases corretas para não errar na hora dos investimentos.

O Brasil, por exemplo, vive apenas uma crise, ou está em uma bolha imobiliária?

A importância de reconhecer os problemas no mercado imobiliário

mercado imobiliário
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A bolha imobiliária é o maior problema dentro desse mercado. Isso porque o problema não se concentra apenas em um setor, mas se espalha e desestabiliza todos os outros setores.

Por isso, antes de realizar qualquer tipo de investimento nesse ramo, é preciso saber a situação real da crise e entende-la.

O caso mais famoso de bolha imobiliária dos últimos anos aconteceu nos Estados Unidos, em 2008.

Em decorrência disso, a crise empurrou para baixo não só a economia norte-americana, mas também a de diversos outros países.

A crise dos Estados Unidos começou em 2007, com a falência de um dos maiores bancos de investimento do país.

A partir disso, deu-se início ao caos na economia norte-americana.

A bolha americana aconteceu pelo fato do aumento da facilidade em se conseguir financiamentos para imóveis no país. Além disso, houve uma grande desregulamentação no mercado financeiro.

Dessa forma, mesmo os investimentos de alto risco, passaram a ser oferecidos como investimentos seguros pelas agências.

A visão destorcida e inocente de pessoas de baixa renda fez com que as mesmas investissem em financiamentos com taxas melhores e facilitadas, mesmo com a ausência de estabilidade financeira.

E foi essa sequência de erros catastróficos que levou o mercado a um enorme rombo financeiro. Afinal, muitas pessoas não honraram suas dívidas.

Além disso, o governo precisou tentar tapar esse buraco com cerca de US$ 750 bilhões, para estancar a crise e recuperar a economia.

No entanto, através dessa série de erros, os Estados Unidos mudarem suas regras e regulamentações, visando a proteção da economia.

Por isso, é necessário identificar as fases financeiras do país para saber como investir de forma inteligente, protegendo as questões financeiras e econômicas.

Bolha imobiliária no Brasil?

Brasil
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Se compararmos a situação ocorrida nos Estados Unidos ao que acontece hoje no Brasil, conseguimos ver uma grande diferença em questão de dimensão e grau do problema.

Afinal, é nítido que o Brasil sofreu muito com a crise nos últimos anos. Porém, a dita bolha imobiliária estava sendo especulada para afetar nosso país em 2014, o que não aconteceu.

De lá para cá, pudemos presenciar uma estabilidade bem sutil no mercado imobiliário, com novos investimentos sendo construídos e um certo equilíbrio em relação a oferta e demanda.

Nos Estados Unidos, os preços dos imóveis caíram de forma estrondosa. Já no brasil, houve uma estagnação de crescimento.

Dessa forma, vemos que a crise econômica Brasileira afetou significativamente o país. Porém, não chegou ao nível de uma bolha imobiliária.

Expectativas

Os escândalos políticos e o aumento do desemprego afetaram negativamente a compra e investimento dos imóveis.

Porém, ao que tudo indica, os consumidores brasileiros tem se tornado otimistas nesse último ano, dado o aumento de investimentos por grandes indústrias no país.

As mudanças políticas previstas para os próximos anos visam o combate a corrupção e ao desemprego.

Além disso, também é esperado um maior potencial para os investidores expandirem seus negócios.

Sendo assim, o mercado imobiliário se encontra mais aliviado e otimista em relação a expansão e situação do ramo.

No entanto, é preciso sempre se atentar para a segurança no momento de realizar investimentos, financiamentos ou outros atributos que envolvam negócios e economias.

Toda margem de lucro e segurança de um investimento caminha juntamente com o cenário econômico do país.

Por isso, é preciso sempre realizar análises sobre o cenário atual, assim como das possibilidades e riscos de determinado investimento.

A compra e o consumo inteligente devem sempre fazer parte da nossa vida, em todas as questões e áreas.

Dessa forma, conseguimos conquistar nossos objetivos, aproveitar o potencial de nossos negócios e manter menores taxas de risco.

Conseguiu entender sobre a bolha imobiliária? Você acha que o Brasil corre riscos de passar por essa situação? Quais as suas expectativas para o mercado imobiliários nos próximos anos? Compartilhe a sua opinião conosco nos comentários!

E se você gostou do artigo, dos alertas e das dicas, não deixe de compartilhar sobre a bolha imobiliária com seus amigos ou equipe em suas redes sociais!

Como vender imóveis na crise?

Que o Brasil ainda está sofrendo com a crise econômica, política e de falta emprego todo mundo sabe. No entanto, vender imóveis na crise é sim possível! Pois pessoas continuam precisando de lugares para morar ou abrir seus negócios.

Afinal, o setor de empreendedorismo tem crescido bastante devido ao alto número de pessoas que tem buscado meios próprios para empreender e vencer esse período difícil.

vender imóveis na crise
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Por isso, para o mercado imobiliário, ainda que difícil, também é possível superar essa fase e continuar seguindo com suas vendas. Tudo o que você precisa é saber como fazer isso e ter sucesso mesmo diante de um cenário desanimador.

Sendo assim, se você deseja saber como vender imóveis na crise e fazer parte da parcela de pessoas que tem conseguido vencer nessa fase, continue a leitura e confira!

Não se perca com a crise

Crise
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A primeira coisa que você precisa saber é que a crise é uma das grandes culpada de muitas pessoas desistirem de seus negócios e sonhos, aos quais investiram anos de suas vidas.

E o mais triste disso tudo, é que a crise passa, mas o arrependimento de ter desistido de tudo não.

Por isso, é muito importante concentrar suas forças em seu potencial de persistência e resiliência. Isso abrirá sua visão para seguir as dicas que serão dadas nesse artigo e finalmente conseguir vender imóveis na crise.

Um profissional dedicado precisa manter-se firme, não se deixando abalar por momentos difíceis. Afinal, só vence quem não desiste. Por isso, persista!

O mercado imobiliário, como qualquer outro, está sujeito a sofrer altas e baixas. No entanto, o profissional não deve acompanhar essas variações.

O pensamento otimista e a visão empreendedora te levarão a conquistar tudo o que você almejar, inclusive vender imóveis na crise.

Mas, agora que você já entendeu que precisa se manter sempre confiante e de pé independente da situação, vamos para as dicar práticas!

5 dicas de como vender imóveis na crise

vender imóveis
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Veja a seguir 5 dicas que te ajudarão nessa missão de vender imóveis na crise

1. Mantenha-se atualizado

O marcado financeiro por si só já tem um alto nível de competição. Em cenários de crise, essa situação fica ainda mais acentuada.

Por isso, investir em atualização significa investir em capacitação de conhecimento.

Por mais que você já conheça ou tenha experiência no mercado imobiliário, todos os dias surges novidades que você, para se destacar, precisa estar por dentro.

O avanço da tecnologia e as inovações em processos automatizados e estilo de vida geram uma necessidade de atualização constante.

Dessa forma, você estará sempre preparado e à frente em questões de oferta de novidades que sanem de uma forma diferenciada as necessidades de seus clientes.

Oferecer algo útil que os outros ainda nem conhecem te posiciona à frente e te ajuda a vender imóveis na crise ou em qualquer outra situação.

2. Comprometa-se

Outra dica importante é se comprometer não só com o trabalho, mas com os seus resultados.

E isso não inclui só se comprometer em concluir X vendas por mês, mas com todos os resultados de forma individual.

É preciso lembrar que o processo de venda é um processo de construção. Ou seja, você precisa atrair os clientes, conquistá-los, oferecer exatamente o que eles precisam, gerar um relacionamento, para no final, realizar a venda.

Todo o processo de venda de imóveis envolve uma relação de plantio e colheita. Sendo assim, é preciso plantar certo desde a captação dos clientes até a venda efetiva.

Em tempos de crise, a maioria das pessoas tende a desanimar e descuidar dessas etapas. Dessa forma, se preocupam só em cumprir uma meta estática de X por dia, ou X por mês.

Pensar dessa forma torna o trabalho automático, dificultando os resultados e tornando tudo mais difícil de ser alcançado, inclusive a meta.

Para vender imóveis na crise, você precisa se comprometer com cada resultado e valorizá-lo, por menor que ele seja.

3. Valorize as pessoas

Valorize as pessoas
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Além de valorizar os resultados, para vender imóveis na crise, você precisa valorizar as pessoas.

Juntamente com o avanço da tecnologia e dos processos de automação, as pessoas tem sentido falta de um atendimento personalizado e humanizado.

Corretores que tratam seus clientes de forma generalizada terão poucas chances de sucesso em suas vendas. Isso, porque, cada cliente tem uma necessidade, uma linguagem, um orçamento, entre outras diferenças.

Por isso, é preciso valorizar as pessoas mais que somente as vendas. É muito mais eficiente conquistar a pessoa para depois convencê-la, que o contrário.

Seu sucesso na venda de imóveis na crise está altamente relacionado ao seu relacionamento com os clientes em potencial.

Querer realizar vendas forçadas e se importar somente com números acabarão com as suas chances.

Por mais que o desespero bata à sua porta, resista-o e lembre-se do processo de plantio e colheita.

4. Não ofereça preço, ofereça valor

preço
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Através do conhecimento e relacionamento com seu clientes, valorizando o atendimento personalizado e humanizado, você conhecerá as necessidades de cada um.

Ao conhecer essas necessidades e se interessar por elas, você terá uma maior chance de oferecer exatamente o que o cliente quer. Dessa forma, as chances de realizar a venda será muito maior.

Muitas vezes os clientes não sabem se expressar corretamente. Ao dizer o que precisa, ele expõe a quantidade de cômodos ou tamanho de área, mas não se expressa detalhadamente sobre o uso do imóvel.

Por isso, sua missão no atendimento personalizado e humanizado é descobrir esses detalhes.

Dessa forma, você poderá apresentar ao cliente a sua visão sobre o imóvel ideal, podendo ajudá-lo e ter mais chances de venda.

As vezes você tem a opção ideal de imóvel para o cliente, que se encaixa perfeitamente no orçamento dele, mas que ele não estava considerando inicialmente.

Por isso, você como um corretor de sucesso pode abrir a visão do cliente oferecendo valor ao invés de preço.

Isso também funciona em casos em que o cliente acha o imóvel muito acima do valor, você pode apresentar à ele os benefícios e o potencial do imóvel.

Aliás, busque sempre apresentar os valores, antes do preço. Ou seja, mostre primeiramente ao cliente como o imóvel é ideal para ele.

5. Esteja onde seus clientes estão

clientes
Foto: Freepik

E por último, a dica de ouro para vender imóveis na crise é: esteja onde seus clientes estão. Ou seja, seja acessível!

E qual o melhor lugar para encontrar o maior público possível e aumentar grandemente o seu alcance? A internet, é claro.

A cada dia que passa as pessoas estão mais conectadas, sendo mais fácil de encontrá-las online que em qualquer outro lugar.

Por isso, se você deseja vender imóveis na crise, precisa migrar o seu negócio para a internet urgente!

Existem várias estratégias de marketing digital que podem salvar suas vendas e o seu negócio em época de crise. Esse tipo de marketing é o que tem se estabelecido como mais eficiente da atualidade.

Afinal, o marketing digital alcança pessoas em qualquer lugar do mundo, levando seu negócio a ser conhecido e aumentando de forma significativa seus resultados e suas vendas.

Uma das grandes estratégias para melhorar suas vendas, é anunciar seus imóveis nas plataformas digitais de anúncio.

Essas plataformas realizam a imediação entre o seu produto ou serviço e os clientes potenciais, interessados em fechar negócios.

Além disso, adotar essa estratégia ao seu negócio é muito simples. Duvida? É só clicar aqui, cadastrar seus produtos e ver suas vendas aumentarem mesmo na crise.

Gostou das dicas de como vender imóveis na crise? Então coloque-as em prática e nos conte nos comentários os seus resultados! Se tiver mais alguma dica para acrescentar, pode comentar também!

E não deixe que compartilhar esse artigo com seus amigos em suas redes sociais!

Corretor de imóveis: 10 coisas que você deve saber sobre eles

Esse artigo é uma homenagem com uma pitada de desabafo para todos os corretores de imóveis leitores do nosso blog. Através desse artigo, queremos te contar 10 coisas que você deve saber sobre o corretor de imóveis.

Que essas verdades possam te ajudar a entender e melhorar o seu relacionamento com o seu corretor! E que, assim, os dois possam aproveitar os melhores benefícios dessa profissão.

Corretor de imóveis
Foto: Freepik

10 coisas que você deve saber sobre o corretor de imóveis

1. Corretor também é gente

O corretor de imóveis precisa zelar pela disponibilidade e pelo bom atendimento aos seus clientes, sempre.

Porém, é importante lembrar que o corretor também é gente. Por isso, também está sujeito a passar por imprevistos, situações ruins e dias complicados.

Nessas horas é importante levar isso em consideração, para dar uma nova chance ao corretor que possa ter cometido uma pequena falha em algum momento.

Qualquer profissional está sujeito a errar, e um pedido de desculpas e necessidade de correção não o torna menos competente.

2. Corretor também tem ansiedade

Assim como o corretor de imóveis sente emoções como qualquer pessoa, ele também tem problemas com ansiedade.

Considere que a renda dele depende de suas vendas e respostas de clientes. Por isso, contate o seu corretor sobre qualquer decisão tomada.

Se você prometeu que ligaria, ele esperará ansioso por sua ligação.

Se você prometeu retornar, retorne nem que seja para dizer algo que ele não queira ouvir.

Corretores também não gosta de ficar no vácuo nem no whatsapp nem na vida real.

3. Corretor é uma profissão séria

O corretor de imóveis precisa passar por uma série de exigências para poder se habilitar como profissional.

Independente se o corretor trabalha para uma agência ou de forma autônoma, através do home office.

Por isso, lembre-se sempre de o tratar om respeito e com compromisso. Esse é o trabalho dele, assim como você tem o seu.

4. A profissão de corretor de imóveis é regida por lei

Uma prova do tópico anterior está na presença da profissão no regimento por lei.

A profissão de corretor de imóveis é regida pela lei Lei 6.530,  de 12 de maio de 1978.

Desse modo, é importante respeitar a profissão e não querer tomar atalhos, como comprar imóvel direto com o proprietário.

Ainda mais se o imóvel for apresentado por um corretor. Além de ser falta de caráter e desrespeito com o profissional, isso é ilegal, segundo a lei que regulamenta a profissão.

Além disso, para poder se certificar como corretor, o profissional precisa se capacitar através de estudos que o qualificarão para isso. Agregando ainda mais valor e seriedade a profissão.

5. Existe uma certificação para poder se tornar corretor

Além da habilitação pela lei, todo profissional precisa de uma série de outras exigências para se tornar um corretor.

Essa certificação inclui a necessidade de um curso e de um registro, o CRECI.

Para exercer a profissão de corretor de imóveis, o profissional tem que estar devidamente registrado no Conselho Regional de sua Região e com sua anuidade em dia.

Para saber mais sobre o CRECI e o que é preciso para se tornar um corretor de imóveis é só clicar aqui.

6. O corretor de imóveis é sempre a melhor escolha

Seja para vender, alugar, investir ou fazer qualquer tipo de transação imobiliária, o corretor é sempre a melhor escolha.

Realizar essas tarefas sem um acompanhamento profissional é um grande risco que você não precisa correr.

Por isso, busque sempre a ajuda de um corretor credenciado e licenciado, pois ele poderá te oferecer todo suporte necessário.

O seu corretor será o seu parceiro para escolher as melhores opções, om o melhor custo benefício e qualidade, de forma personalizada às suas necessidades.

Sendo assim, o corretor sempre será sua melhor escolha.

7. Escolha o seu corretor (no singular)

Uma grande dica no momento de contatar um corretor de imóveis, é contatar UM corretor de imóveis.

Valorize o trabalho desse profissional, pois ele dedicará o tempo dele para te ajudar da melhor maneira possível. Existem pessoas que contatam vários corretores, e anunciam seus imóveis por todos eles pensando ser uma boa opção.

Mas se enganam, pois deixar o seu imóvel à venda por várias empresas prejudicará a imagem do mesmo, dificultando assim a venda.

Confie na capacidade do profissional e dê a ele a missão exclusiva de fazer o melhor negócio para você. Não desvalorize o trabalho desses profissionais.

8. O corretor tem uma missão

O corretor de imóveis é um especialista em vendas.

Por isso, sua missão é ajudar o cliente a projetar determinado imóvel para venda, ou escolher o melhor investimento para o objetivo desejado.

Dessa forma, o profissional deve oferecer opções e variedade de valores, assim como segurança em todas as negociações e transações imobiliárias.

Essa é a missão do seu corretor! Facilitar sua vida e te ajudar a escolher a opção perfeita, sempre.

9. O corretor é insubstituível

O mercado financeiro, assim como todos os outros segmentos, tem se beneficiado dos avanços tecnológicos e automações.

No entanto, é importante lembrar que a profissão de corretor de imóveis é insubstituível.

Ou seja, nenhuma máquina poderá substituir o que esse profissional oferece.

10. Se abra com seu corretor (no limite certo)

E por último, você precisa ter liberdade para se abrir com o seu corretor.

Isso não significa sair contanto toda sua vida e pedindo conselhos pessoais, pelo contrário.

Você precisa se abrir com seu corretor sobre suas necessidades imobiliárias, seja para venda ou investimento.

Sendo assim, procure sempre detalhar suas expectativas ao corretor, para que ele tenha a chance de superá-las.

Não se limite em dizer apenas suas necessidades de área ou cômodos, descreva o que você sonha com a compra do imóvel.

Quais as necessidades que o imóvel que você quer precisa suprir? Ou então, qual a sua intenção com a venda ou alocação de seu imóvel?

Compartilhe seus objetivos e visões, para que assim você possa desfrutar do potencial que esse profissional investiu em si mesmo para te oferecer.

Essas são algumas verdades que todos devem saber sobre os corretores de imóveis. Gostou de saber sobre isso? Deixe um comentário no blog!

É corretor e se sentiu representado? Então, compartilhe esse artigo com seus amigos, equipe e clientes em suas redes sociais!

Saiba Como Vender Imóveis Para Investidores

Vender imóveis para investidores é uma ótima alternativa de lucratividade no mercado imobiliário.

Há uma grande diferença entre vender imóveis para clientes comuns e vender imóveis para investidores. E existem vantagens exclusivas que acompanham essa diferença.

Investidores
Foto: Freepik

Por isso, preparamos esse artigo com as vantagens desse tipo de negociação acompanhado de 10 dicas de como vender imóveis para investidores.

Quer saber mais sobre isso? Continue a leitura e confira.

As vantagens de vender para investidores

vender para investidores
Foto: Freepik

Há uma grande diferença entre vender a casa dos sonhos para uma família, e vender um imóvel para um investidor.

A maior diferença está no tipo de renda gerada por essas negociações. Quando a venda é para um cliente comum, como uma casal para família, o lucro se concentra apenas em uma única venda.

Enquanto os investidores, na maioria dos casos, adquirem um imóvel para posteriormente alugá-lo a outras pessoas.

Sendo assim, o lucro dessa venda se estende mensalmente quando associado a uma taxa de administração fixa mensal.

Além disso, um investidor tende a comprar mais de um imóvel, o que gera uma grande chances de fidelização se a experiência do investidor com o seu serviço for satisfatória.

Investidores de imóveis oferecem uma grande demanda de transições. Além de casas para alugar, eles geralmente investem em imóveis para abertura de negócios como salões, restaurantes, pontos de vendas, entre outros.

Por isso, como corretor de imóveis, vale a pena investir na captação e na fidelização dos clientes investidores.

10 dicas de como vender imóveis para investidores

Diante das vantagens desse tipo de venda, confira a seguir 10 dicas de como vender imóveis para investidores

1. Invista na captação de investidores

O primeiro passo é saber investir na captação de clientes investidores potenciais. Para isso, vale a pena investir em um marketing específico para esse público.

Uma alternativa para isso é aproveitar os benefícios do marketing digital e investir em uma página para captar esse perfil de leitor. Em sua página, é possível aplicar estratégias de conteúdo que atraiam investidores.

Através desse conteúdo, os investidores conhecerão sua empresa e seus serviços. Por isso, deixe sempre informações úteis para os investidores sobre os serviços que você oferece que podem ajudá-los a crescer em seus negócios.

Outra boa opção para atrair investidores potenciais, é criar anúncios específicos e personalizados para esses clientes.

É possível ter um grande alcance de investidores em potencial através de sites específicos para anunciar seus produtos e serviços.

No anúncio, você venderá seus imóveis e seus serviços disponíveis. Por isso, invista em fotos de alta qualidade e vídeos demonstrativos.

Além disso, mostre para os investidores que você tem a solução que eles precisam, seja ela qual for.

2. Conheça o seu cliente investidor

Uma dica essencial para conquistar e fidelizar seus clientes, principalmente os investidores, é conhecer o perfil de cada um de forma isolada.

Isso, porque, existem diversos tipos de investidores no mercado.

Para realizar uma abordagem mais assertiva, é preciso saber o que o cliente investidor em questão quer dos seus serviços. Desse modo, você conseguirá oferecer uma proposta irrecusável, com atributos exatos ao que ele precisa e deseja.

Além disso, sabendo o que ele deseja, as chances de surpreendê-lo é maior. Isso o ajudará na eficiência do contato inicial, facilitando a conquista, venda e fidelização do mesmo.

3. Tenha as informações que o cliente investidor quer

informações
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Através do conhecimento do perfil do seu cliente investidor, é possível reunir as informações exatas necessárias para sanar qualquer dúvida que ele possa ter.

Por exemplo, investidores mais recentes no mercado tendem, em sua maioria, a optar por adquirir imóveis usados ou terrenos. Com isso, visam repassar esses imóveis posteriormente, obtendo um retorno a longo prazo.

Enquanto isso, investidores mais experientes tendem a investir em vários imóveis de uma única vez.

Além disso, geralmente optam por construções mais novas. Buscando, com isso, ter um retorno a curto prazo de seus investimentos.

4. Busque por imóveis que agradem o perfil investidor

Após uma análise do perfil dos investidores em potencial do seu negócio você conseguirá ter uma visão de seu público, podendo definir um público alvo.

Após essa definição, uma boa dica é buscar por imóveis que se encaixem com o perfil de seus investidores.

Dessa forma, você terá mais opções com grandes chances de serem vendidas a esses clientes.

Principalmente no caso de investidores experientes, que costumam comprar uma variedade de imóveis para obter maior lucratividade é sempre bom ter opções diferentes para apresentar.

Sendo assim, você se sairá na frente em questão de apresentação de novidades e suprimento de necessidades.

Além disso, ao conhecer muito bem seus investidores e conquistar a confiança dos mesmos, é possível até fazer propostas para que eles possam analisar e quem sabe, fechar um negócio que nem estava nos planos inicialmente.

5. Estude o mercado imobiliário

Estude
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Para conseguir fazer propostas irresistíveis e inovadoras aos investidores, é necessário se tornar um especialista no mercado imobiliário.

Além disso, com isso você conseguirá escolher as melhores opções para apresentar a eles.

Por isso, não se limite aos seus conhecimentos prévios. Busque sempre realizar cursos ou capacitações relacionados ao mercado imobiliário.

Entender as estratégias de vendas amplamente usadas, as táticas de venda e compra e as questões de investimento, é o caminho mais fácil para o seu sucesso em vender imóveis para investidores.

6. Conquiste a confiança do cliente investidor

A linguagem geral dos investidores se resume a riscos e retornos.

Por isso, você precisa conquistar a confiança dos clientes investidores em potencial.

Para isso, apresente de forma clara e objetiva nas negociações todos os riscos e chances de lucro que o investidor terá se decidir fechar negócio com você.

Ao ser transparente com o cliente, ele se sentirá mais seguro de confiar nos seus serviços e produtos.

Busque também oferecer soluções para o investimento e para todas as dúvidas que surgirem na negociação.

7. Saiba todas as informações sobre o imóvel

Para que seja possível realizar a etapa de conquista da confiança, é preciso conhecer todas as informações sobre o imóvel que você oferecerá.

Somente assim você terá segurança para se responsabilizar pelos riscos e oferecer soluções das quais você possa cumprir sua palavra posteriormente.

Por isso, tenha em mãos todas as informações técnicas e burocráticas relacionadas ao imóvel em questão.

8. Conheça a região do imóvel

Além de conhecer todas as informações possíveis sobre o imóvel, vale a pena estudar e conhecer a região em que o imóvel está localizado.

Veja quais as expectativas de crescimento do local, investimentos estruturais no bairro ou na rua em questão.

Além disso, verifique o tipo de tráfego que ocorre no local, o tipo de pessoas que frequentam ali e quais os locais atrativos que a região oferece.

Todas essas questões podem agregar valor ao imóvel e tornar o investimento mais atrativo, dependendo do objetivo do investidor.

9. Demonstre ao cliente investidor a capacidade do imóvel

Com todas as informações reunidas, tanto do imóvel quanto do local em que o mesmo está inserido, é possível fazer com que o investidor visualize com outros olhos a negociação.

Isso, porque, ao reunir os benefícios e vantagens você conseguirá agregar valor ao imóvel. Dessa forma, você oferece algo mais valioso do que preço.

Um imóvel pode até não atrair grande atenção de um investidor, mas ao ser apresentado da forma correta, pode se tornar irresistível.

Apenas mudando a forma de apresentar o produto pode ser a chave para vender imóveis para investidores.

10. Fique de olho no mercado de construção

Olho
Fotos: Freepik

Para acertar e vender imóveis para investidores é essencial ficar sempre de olho no mercado de construção.

Afinal, investidores estão sempre atentos à ele para saber a hora certa de realizar negociações. Desse modo, você também precisa estar.

É preciso conhecer os momentos de oferta e demanda, e entender o que o mercado está dizendo.

Em épocas de alta demanda e pouca oferta, os preços tendem a subir. Já em épocas de baixa demanda e muita oferta, os preços caem bruscamente.

Por isso, é preciso saber quando os investidores estarão dispostos a investir valores mais altos nas compras de imóveis. Para, com isso, oferecer o que eles precisam de forma certeira.

Se você gostou das dicas de como vender imóveis para investidores, compartilhe esse artigo em suas redes sociais!

E caso tenha alguma dica que funcionou para você, compartilhe conosco nos comentários!

7 dicas para fazer um anúncio de imóvel irresistível

O mercado imobiliário está cada vez mais competitivo, tornar seu anúncio de imóvel irresistível e diferenciado dos demais é um grande desafio. E para que seu anúncio se destaque dos demais você precisa inovar.

Como chamar a atenção dentre vários anúncios? O que é preciso ressaltar? Como montar um anúncio? Quais são as informações essenciais?

anúncio de imóvel
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Vamos apresentar 7 dicas de como fazer um anúncio de imóvel irresistível e assim atrair mais clientes.

Dica 1 – Título Criativo

Título Criativo
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Para um anúncio de imóvel irresistível chame a atenção

A primeira coisa que os clientes vão olhar é o título do anúncio. Nele é que deve constar as informações básicas sobre o imóvel. E é com ele que você deve conseguir atrair a atenção dos clientes.

As ferramentas de busca são muito usadas na hora de pesquisar um imóvel. Para que seu anúncio seja um dos primeiros a aparecer invista em um título atraente, cite as principais características do imóvel.

Você deve seguir a seguinte sequência:

– Apartamento/Casa à venda ou Locação de Apartamento/Casa

– O nº de quartos

– O bairro onde está localizado o imóvel.

– Cite se o imóvel possui garagem ou piscina

– Valor

Você também pode utilizar palavras no início do título que destaquem seu anúncio, como: “Lançamento imperdível”; “Saia do aluguel”.

Cuidado com as abreviações no título, normalmente o uso desse espaço é pequeno, as abreviações podem não ficar muito claras. Mas se for utilizar, lembre- se de explicar essa abreviação na descrição do imóvel.

Dica 2 – Para vender é preciso conhecer

Pesquise
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Pesquise

Antes de fazer a descrição do imóvel, reflita: O que chamaria mais a sua atenção se você fosse o cliente? Quais informação são essenciais para te levar à compra de um imóvel?

Você iria querer uma descrição detalhada do imóvel, quais os benefícios, o imóvel está próximo de algum shopping ou supermercado?

O leitor precisa visualizar a casa através do que está escrito, por isso pesquise:

– O imóvel contém piscina/academia/salão de festa?

– Garagem (individual ou dupla);

– O bairro;

– Se o imóvel é próximo de Shopping, feiras/parques ou linhas de estação do trem;

– A opinião dos vizinhos sobre o bairro/apartamento;

– Pesquise o que seus concorrentes estão fazendo, para que você possa fazer um anúncio diferenciado.

Esse último item vale para que você faça algo diferente, observe como a concorrência está divulgando o anúncio. Se estão deixando de acrescentar alguma informação, use isso a seu favor.

Dica 3 – Descrição do imóvel

Descrição do imóvel
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Cative o cliente

Nessa etapa precisamos descrever o imóvel, de forma que o cliente tenha todas as informações necessárias. Você deve destacar os pontos positivos e cativar o cliente.

Utilize tópicos para fazer a descrição do imóvel com informações claras e objetivas.

Uma boa descrição deve conter:

. O número de cômodos;

. O tamanho do imóvel;

. Preço de venda ou aluguel;

. Condições de pagamento;

. Localização;

. Informações sobre o bairro, como: parques, shopping, supermercados próximos ao imóvel;

. Quantidade de vagas na garagem;

. O seu contato

Não esqueça de ressaltar se o imóvel tem alguma característica, como: suítes, closet, hidromassagem, piscina…

Fique atento ao número de caracteres que você pode usar, alguns espaços são limitados, por isso o uso de tópicos é importante na descrição.

Dica 4 – Texto Claro e objetivo

Texto Claro e objetivo
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Atenção aos detalhes

Os erros no texto podem causar má impressão ao cliente, afetando a venda do seu imóvel, por isso tenha atenção aos detalhes. Revise seu texto antes de publicá-lo.

Depois de ter escrito o título e a descrição, observe:

. Se há erros de português e acentuação;

. Se ficou com alguma dúvida em relação a alguma palavra, tente substituí-la por outra;

. Seu texto precisa ser objetivo, não fique “enfeitando” demais;

. Veja se você conseguiu passar todas as informações.

. Verifique se na descrição você deixou passar algo importante.

Procure escrever um texto curto, um texto muito longo pode cansar o cliente. Deixe para passar informações muito detalhadas quando for apresentar o imóvel pessoalmente.

Dica 5 – Imagens

Imagens
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O que os olhos vêem o coração sente

O ditado não é bem assim, mas num anúncio de imóvel o que vemos é decisivo, por isso as fotos são essenciais para a venda.

Não se preocupe, você não precisa ser um grande fotógrafo para executar essa tarefa. Da mesma forma como você descreveu o imóvel, você precisa ressaltar as principais características da casa.

Segue algumas dicas para você atrair seus clientes com as imagens:

. Tire a foto da fachada, de forma que o cliente consiga visualizar a calçada em frente ao imóvel;

. Selecione no máximo 2 fotos de cada cômodo;

. Siga uma determinada sequência de fotos, de modo que o cliente tenha a sensação que está visitando o imóvel. Exemplo: fachada da casa, garagem, sala, cozinha, quartos, banheiro, quintal ou piscina;

. A melhor luz para se fazer as fotos, é a luz do dia. Mas se alguma foto ficou escura, utilize recursos do celular ou programas de edição para iluminar a foto;

. Fique atento com o foco da imagem, e o enquadramento.

. Se o imóvel possui algum papel de parede, detalhe no azulejo ou jardim, vale fotografar esses detalhes.

Lembre-se: As fotos são um dos itens mais importantes para que a venda seja efetuada, por isso seja criativo!

Dica 6 – Filtros

Palavras- chave

As pessoas estão sempre pesquisando ferramentas de busca, para pesquisar qualquer coisa, incluindo imóveis. E nessas ferramentas são muito utilizadas os filtros, palavras-chave que facilitam a pesquisa.

Se você se esquecer de colocar algum filtro importante na descrição do seu imóvel, as chances de ele não aparecer nos primeiros anúncios é muito grande.

Os principais filtros para anunciar um imóvel, são: Bairro, nº de quartos, quantidade de vagas, e o valor. O interessante é usar esses filtros no título, mas eles devem aparecer também na descrição.

Tenha atenção aos erros na hora de escrever as palavras-chave, pois isso também influencia na busca, e seu anúncio pode não aparecer.

Dica 7 – Inovação

Inovação
Foto: Freepik

Seja criativo e fuja da mesmice

A nossa última dica é sobre inovação nos anúncios, pois todos são sempre muito parecidos. Pense no que você pode mudar, para que seu anúncio se destaque.

Algo pouco utilizado em anúncios são os vídeos, faça um apresentando o imóvel, um vídeo curto de no máximo 1 minuto. Você pode seguir a mesma sequência das fotos. Nele você pode comentar se o imóvel é bem arejado ou iluminado, e mostrar a rua.

Utilize as redes sociais ao seu favor, o Facebook é muito utilizado em pesquisa sobre imóveis. Utilize o marketplace, usando as palavras-chave as chances de atrair clientes é muito grande.

No seu anúncio deixe destacado o seu contato, é interessante colocar a operadora do seu celular. E se você pode fazer um atendimento por WhatssApp é uma ótima opção.

O Instagram também é muito utilizado para vendas, você pode fazer stories criativos, dando destaque no valor da casa e no bairro. Se tiver condições, você pode fazer os anúncios patrocinados, onde você tem um alcance maior de divulgação.

Aposte em sites de venda para anunciar o seu imóvel. Pesquise preços, mas existe a opção de sites gratuitos onde você pode anunciar.

Os 10 maiores erros dos corretores de imóveis

Ser corretor de imóveis está longe de ser um trabalho fácil. Além de passar por algumas situações estressantes, o profissional precisa estar sempre por dentro das novas tendências envolvendo a área ou pode acabar ficando para trás no mercado imobiliário, que é super competitivo.

Saber como vencer obstáculos relacionados aos altos e baixos do segmento é essencial para se manter forte e ativo perante outros milhares de corretores.

erros dos corretores de imóveis
Foto: Freepik

É importante compreender que cada detalhe da sua relação com o cliente conta na hora de fechar um negócio. Por isso é importante não subestimar nada.

Levando tudo isso em consideração, preparamos uma lista com os erros mais comuns cometidos pelos corretores de imóveis.

Preste bastante atenção em cada um dos itens, perceba quantos deles você já cometeu e veja como você pode melhorar e se desenvolver ainda mais como corretor. Lembrando que eles valem tanto para profissionais iniciantes quanto para os veteranos.

Confira agora os 10 maiores erros dos corretores de imóveis!

1 – Ter uma atitude ruim na prospecção

Já que a prospecção é a melhor forma de conquistar novos clientes, ela precisa ser feita com cuidado e com atitudes bem pensadas.

Alguns corretores erram feio exatamente porque não colocam a simpatia ou o ânimo necessários no contato com os possíveis clientes, o que acaba gerando um desconforto geral.

Com quem você acha que o cliente vai se sentir melhor para fechar negócio: o corretor amigável e positivo ou o corretor indiferente e desanimado? Mesmo que você não se sinta na obrigação de parecer extremamente feliz, faça o máximo para ser agradável e interessado na situação do potencial cliente.

2 – Não utilizar o marketing direto

Texto Claro e objetivo
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O marketing direto nada mais é do que uma maneira de divulgar os seus serviços para os possíveis clientes (ou até os que já são clientes). Ele precisa ser planejado com cautela para que não pareça spam para quem irá receber sua mensagem.

Você pode postar novas oportunidades, avisar que está disponível para negócios ou simplesmente mandar algum conteúdo interessante. Hoje em dia, muitos corretores divulgam seu trabalho através das redes sociais, e-mails, mensagens instantâneas, etc.

O importante é se manter na memória dos possíveis clientes para que você seja a primeira opção deles, caso necessitem.

3 – Não ouvir o cliente

Vistoria de Imóvel
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Muitos corretores estão tão ansiosos para vender ou alugar um certo imóvel, que já vão o empurrando sem saber se o local atenderá às necessidades do cliente. Nunca faça isso. Coloque sempre os desejos do cliente em primeiro lugar.

Ouça mais e fale menos. Procure saber tudo o que ele quer, deixe-o explicar bem e pergunte o que for preciso para ter mais detalhes. Dessa forma, quando for mostrar os imóveis, as chances de o cliente gostar serão bem maiores e ele ficará muito mais satisfeito com os seus serviços.

4 – Não pedir recomendações

anúncio de imóvel
Foto: Freepik

É comum que os corretores se esqueçam de perguntar aos seus clientes se eles conhecem alguém que esteja querendo vender ou comprar um imóvel. Este erro atrapalha muito as chances de o corretor obter novos clientes realmente interessados.

É importante ter sempre em mente que, na hora da prospecção do cliente, você não está apenas prospectando esse em questão, mas também outros futuros clientes que possam ter sido recomendados para você ou indicados pelos antigos.

5 – Não ser acessível

Coloque-se no lugar do cliente: como você se sentiria se precisasse encontrar o corretor para questões importantes, mas ele nunca estivesse disponível? Provavelmente iria se sentir desrespeitado e acabaria procurando outro, não é? Como já dissemos, o mercado imobiliário está muito competitivo e não tem espaço para erros grosseiros.

Por isso, tenha sempre os alertas de seus telefones, chats, redes sociais e e-mails ligados. Caso realmente não seja possível atender em todas as horas, organize alguns horários específicos em que estará acessível e depois avise-os para que saibam quando podem entrar em contato.

6 – Pressionar o cliente

Pressionar o cliente
Foto: Freepik

Tudo bem mandar mensagens para os clientes de vez em quando, para que eles não esqueçam de que você está disponível. O problema é quando o corretor passa dos limites e fica insistindo, ligando e mandando mensagens de forma exagerada.

Além de ser muito inconveniente, isso também é prejudicial, pois irrita o cliente a ponto de ele desistir dos negócios com o profissional.

É fundamental ser acessível, ter uma linha aberta com o cliente, mas ao mesmo tempo é preciso dar privacidade e tempo a ele. Caso contrário, você parecerá desesperado e imaturo, qualidades nada desejáveis para qualquer profissional.

7 – Não estar bem informado

Estude
Foto: Freepik

Imagine estar com um cliente em algum imóvel e ele perguntar algo importante sobre o local e você não saber responder? Isso não só reduz a sua credibilidade como também diminui as chances de fechar o negócio.

Para evitar que isso aconteça, informe-se bem sobre os imóveis disponíveis, pesquise sobre arquitetura, design de interiores e estude um pouco de Direito Imobiliário.

Além disso, saiba um pouco mais do que o básico sobre os vizinhos e a rua em questão. Quando mais conhecimento você tiver, mais satisfeito e impressionado o cliente ficará.

8 – Não cumprir o prometido

O corretor precisa construir uma relação de confiança com o cliente. Portanto, assegure-se de que poderá cumprir suas promessas à pessoa antes de dar a sua palavra.

Não atrase os prazos, não invente desculpas, não adie as datas e nunca engane o cliente para fechar uma compra, pois estará indo contra o código de ética.

9 – Não conhecer o público-alvo

clientes
Foto: Freepik

Assim como em qualquer negócio, é fundamental saber quem são seus possíveis clientes. Com quais tipos de imóveis você lida? Qual é a idade de quem costuma comprar ou vender com você? Qual é o grau de escolaridade?

Ao saber responder a essas questões, fica bem mais fácil adequar as suas formas de comunicação e compreender as necessidades dos clientes. Faça pesquisas, anote tudo, consulte estatísticas e procure saber qual é o seu público-alvo.

10 – Esperar que o cliente venha até você

Crise
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Sim, é possível conseguir clientes simplesmente ficando sentado na sua mesa e esperando que eles apareçam. No entanto, essa não é a prática de um corretor ambicioso que deseja prosperar e se diferenciar da maioria. A falta de atitude para conquistar clientes pode te estagnar no mercado.

Se você deseja aumentar de forma considerável as suas chances de ganhar clientes e crescer na carreira, é necessário estar sempre estudando o mercado, participando de eventos, lendo notícias da área, indo a lançamentos diversos, etc. Não fique parado: busque sempre sair de sua zona de conforto.

E aí, quantos desses erros você já cometeu? Está na hora de nunca mais cometê-los! Mantenha-se informado, estude, seja positivo e amigável, divulgue seu trabalho, mantenha contato sem exagerar, cumpra os acordos, tome atitude, esteja disponível e busque sempre melhorar. Dessa forma, o seu crescimento como corretor de imóveis será bem mais rápido.

7 erros comuns que todo vendedor deve evitar

O marcado de venda de imóveis é um marcado extremamente competitivo. Por isso, além de ótimos preços e produtos, o atendimento é crucial para conquistar os clientes. Sendo assim, cometer alguns erros de venda nessas horas pode detonar a chance de fechar um negócio.

Pressionar o cliente
Foto: Freepik

Tendo isso em vista, preparamos esse artigo sobre 7 erros de venda comuns e matadores que todo vendedor deve evitar. 

Quer saber mais? Continue a leitura e confira!

7 erros de venda comuns que você deve evitar

1. Não ter disponibilidade

Uma dos maiores erros de venda de um vendedor, é não estar disponível para os clientes.

Vendedores assim são difíceis para manter contato, isso porque estão sempre ausentes seja nos escritórios ou em outros meios de contato.

Além disso, o tempo de retorno desses vendedores é longo, deixando os clientes cansados de esperar e demonstrando desinteresse nas vendas. Dessa forma, os clientes acabam desistindo e procurando outros meios.

Um vendedor distante dificilmente terá sucesso em sua carreira, isso porque as pessoas estão cada vez mais priorizando relacionamentos humanizados nos atendimentos.

Sendo assim, se você se encaixa no perfil de vendedor difícil de ser encontrado, fique atento. Esse é um dos grandes erros de venda comuns que pode estar prejudicando o sucesso de seu negócio.

2. Ser insistente

erros dos corretores de imóveis
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Ser vendedor é uma verdadeira arte. Isso, porque, você precisa saber os momentos exatos em que o cliente te dá abertura para insistir ou não na venda.

Alguns clientes passam por situações como dúvidas ou medo de mudança. Dessa forma, apenas um pouco de jogo de cintura do vendedor pode fazer total diferença tanto para o cliente, quanto para a venda.

No entanto, existem clientes que realmente não se interessam pelo que está sendo oferecido, ou não estão no momento para fechar um negócio. Ou, até mesmo, querem conhecer outras opções.

Nesses casos, um vendedor que não consegue entender a situação e insiste demais em um mesmo ponto, pode por tudo a perder.

Querer convencer um cliente desinteressado à força também é um dos erros de venda matadores e muito comuns. Essa situação somente criará constrangimento e fará com que a relação seja comprometida.

Desse modo, o cliente pode até mesmo preferir buscar outro profissional, para evitar tais situações.

3. Não conhecer o produto

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Para realizar uma venda que encante o cliente, é essencial que o vendedor conheça o produto em questão.

Parte do convencimento natural no momento da venda, é oferecer o produto com total segurança. Sendo assim, será bem mais fácil mostrar para o cliente as vantagens de fechar o negócio.

No entanto, se um vendedor tenta convencer alguém de algo que nem ele mesmo conhece, o resultado será desastroso.

Por isso, para evitar esse erro de venda comum, sempre tenha na ponta da língua todas as informações sobre o que você quer oferecer.

4. Não saber ouvir

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Para conquistar um cliente, é essencial que você realmente se interesse pelas necessidades dele antes das suas.

No momento da venda, muitos vendedores estão tão preocupados com suas metas, que perdem clientes simplesmente por não ouvi-los.

Para realizar vendas com sucesso, é preciso oferecer aos clientes exatamente aquilo que eles buscam e precisam. Sendo assim, primeiramente é preciso conhecer esses desejos e necessidades.

E a única forma para isso, é saber ouvir e se interessar pelo que pessoa diz. Mais do que se preocupar em vender a qualquer custo, é preciso saber criar uma oferta irresistível.

Sendo assim, se você apresentar ao cliente algo que supere suas expectativas e que sane suas necessidades, há muito mais chances de fechar um negócio.

Então, mais do que falar sobre o que você tem a oferecer, ouça o que o cliente quer de você e de seu produto.

5. Falar demais

Falar demais
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Outro erro de venda que anda juntamente com o não saber ouvir, é o falar demais.

Quando um vendedor não para de falar durante uma negociação, a impressão que ele transmite é que quer convencer o cliente pelo cansaço.

Dessa forma, isso traz um efeito totalmente oposto do esperado. Afinal, o cliente se sente perdido e encurralado em meio as palavras. Desse modo, fica constrangido para falar.

Pode acontecer, de, um vendedor se preparar bastante e conhecer todas as informações sobre o produto. E, desse modo, se empolgar para mostrar tudo o que sabe ao cliente. Porém, com isso, a comunicação tende a ser unilateral.

Sem a comunicação dos dois lados, fica difícil conhecer a necessidade do cliente para oferecer algo que a corresponda. Afinal, não adianta oferecer tudo sobre um produto, se o mesmo não for o que o cliente precisa.

Sendo assim, a negociação fica comprometida e o cliente só se preocupará em terminar a conversa logo para escapar dali.

Por isso, um dos erros de venda que todo vendedor deve evitar é o de falar demais.

6. Não investir na apresentação do produto

Uma característica muito importante no momento de venda de um imóvel, é realizar o home staging.

Esse nome é dado a técnica de preparação para a apresentação do imóvel para a venda. O home staging já é muito comum nos Estados Unidos e tem se tornado comum também no Brasil.

Essa técnica é importante porque valoriza o ambiente e o prepara para ser apresentado e oferecido à alguém. Manter o ambiente arrumado e organizado de forma a transmitir leveza e conforto ao cliente, pode ser a chave para finalizar um negócio.

Muitos vendedores cometem o erro de venda de não se atentar para essa parte, e um imóvel que poderia ser demonstrado com total potencial, acaba desencantando o cliente apenas pela falta de organização e aparência.

Afinal, você como vendedor pode ter uma capacidade de imaginar o ambiente futuramente, mesmo que ele esteja desarrumado. No entanto, é preciso ver na ótica dos clientes, que podem não ter essa mesma capacidade.

7. Não valorizar a presença digital

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Além de investir na apresentação para os momentos de visitação, é muito importante também investir na presença digital.

Um dos grandes erros de venda comuns é deixar a parte de sites e anúncios online de lado. Dessa forma, não se preocupando com a qualidade das imagens, ou nem mesmo aproveitando os benefícios dos meios digitais.

Vendedores que não investem em meios digitais de venda tem perdido espaço no mercado com a era digital.

Tão importante quanto o contato pessoal, oferecer fotos de alta qualidade e todas as informações online para os clientes é uma ótima forma de aumentar o alcance de suas vendas.

Aproveitar o potencial das plataformas de anúncio de imóveis também é uma estratégia muito eficaz de capitação de clientes.

Se você não quer errar como vendedor, precisa estar onde seus clientes estão!

Esses são alguns erros comuns que podem prejudicar a carreira de qualquer vendedor. Por isso, se você deseja ter mais sucesso em seu negócio, decida agora mesmo a corrigir esses erros.

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